quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O trêm das onze sempre passava. O menino sempre ficava aflito na estação do trêm. O menino ficava aflito por qualquer coisa, a ansiedade era sempre maior do que ele. Ele olhava seu relógio de pulso, e quando olhava novamente, só alguns minutos tinham se passado. Ele não sabia bem o porque de tal aflição, mas era algo que ele não controlava. Um dia, na mesma estação, o menino chegou às onze em ponto, mas o trêm já havia passado, ele ficou sem reação, ele percebeu que sua aflição não passava da preocupação de ser pontual, de realizar suas tarefas na hora certa. Ele se sentia bem quando via em seu relógio que faltavam, apenas, alguns minutos para o trêm chegar e, finalmente, ele ir para casa.

Nenhum comentário: